Escolhi as palavras RESISTÊNCIA PERSISTÊNCIA RESILIÊNCIA E CONSCIÊNCIA, o curioso é que não tinha ninguém na estréia deste vídeo, uma mensagem muito profunda para mim mesmo, algo como: A gente tem que ser as próprias palavras que a gente acredita! Muito bom esse fracasso, foi um presente divino... por isso acho que este vídeo vai VIRALIZAR!
terça-feira, 24 de setembro de 2019
domingo, 22 de setembro de 2019
CIDADE DO HAICAI - O PORTAL #educação #poesia #haicai #cidadedohaicai #s...
Está surgindo um portal que é um verdadeiro sonho realizado, veja o vídeo e compartilhe. Saiba mais sobre este caminho bonito que está sendo construir um dos maiores portais de haicai no Brasil. Um sonho e nada mais que isso, uma realização, concretização de grandes possibilidades!
http://jidduksonline/cidadedohaicai
http://jidduksonline/cidadedohaicai
quinta-feira, 19 de setembro de 2019
Nova polêmica sobre Hayan Rúbia envolve Phodástiko de Vasilika!
A poeta mineira Hayan Rúbia (já falecida) deixou um escrito curioso sobre o poeta pseudojaponês Nokudoi Camacura... Justamente pelo fato de o primeiro nome ter um acento circunflexo configurando o nome como Nokudôi.
Este erro vem sendo cometido por um certo poeta de Tramandaí (Phodastiko de Vasilika), grego, desafeto do também grego Vitálistas Maritákis. Phodastiko de Vasilika diz ter encontrado referências sobre a saída do acento mas não há qualquer citação sobre este caso nos escritos estudos deixados por Hayan Rúbia!
E pior ainda é a questão sobre o "CAMACURA", que, certamente, é KAMAKURA (Pronuncia-se KAMAKURÁ) mas, segundo Hayan Rúbia e seus alfarrábios (porque não dizer alfarrábia?), algumas referências não comprovam a veracidade dos fatos.
Essas discussões inflamadas foram levantadas no 12º Encontro Mundial sobre Hayan Rúbia, este ano com a temática "Cartografias do Universo de Hayan Rúbia) dirigidas por Marcelo Mourão, Tchello d'Barros e Herbert Valente de Oliveira, "cavalo" do poeta pós-patafísico Kukuridall.
Este erro vem sendo cometido por um certo poeta de Tramandaí (Phodastiko de Vasilika), grego, desafeto do também grego Vitálistas Maritákis. Phodastiko de Vasilika diz ter encontrado referências sobre a saída do acento mas não há qualquer citação sobre este caso nos escritos estudos deixados por Hayan Rúbia!
E pior ainda é a questão sobre o "CAMACURA", que, certamente, é KAMAKURA (Pronuncia-se KAMAKURÁ) mas, segundo Hayan Rúbia e seus alfarrábios (porque não dizer alfarrábia?), algumas referências não comprovam a veracidade dos fatos.
Essas discussões inflamadas foram levantadas no 12º Encontro Mundial sobre Hayan Rúbia, este ano com a temática "Cartografias do Universo de Hayan Rúbia) dirigidas por Marcelo Mourão, Tchello d'Barros e Herbert Valente de Oliveira, "cavalo" do poeta pós-patafísico Kukuridall.
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12º Encontro Mundial sobre Hayan Rúbia - Convidado Especial: Marcelo Mourão! |
domingo, 12 de maio de 2019
Notícia Bombástica pode comprometer algumas considerações sobre a poeta mineira Hayan Rúbia!
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Possível foto de Hayan Rúbia, recuperada com uma complexa técnica de computação gráfica atual. (Fonte Desconhecida). |
Ensaios, escritas e escândalos, criam especulações que, desta vez, trazem à tona o próprio Saldanhanhov!
Em tempos de crise econômica, cada vez mais estranguladora para o mundo, certamente, Hayan Rúbia apoiaria tantas ocupações que estão acontecendo no Brasil. A poeta revolucionária, considerada a última das heroínas, famosa por armar barraco com titãs da poesia alternativa no Brasil, como Mario Pirata, Mano Melo até Elisa Lucinda. Hayan Rúbia acaba de surpreender mais uma vez.
O texto abaixo, encontrado nos alfarrábios do poeta gaúcho Ziul Serip, causa uma certa espécie na crítica literária que não quis comentar o caso. Veja na íntegra e comprove você mesmo, o material sob suspeita!
***
Hayan Rúbia, novas polêmicas sobre a poeta mineira, badalada nos anos 80 e que teve um destino controverso.
"ANDREI NIKOLAI SALDANHOV, foi um dos grandes nomes da literatura Russa dos séculos XIX e XX. Jiddu Saldanha, pode comprovar tudo isso que estou dizendo. Saldanhov, segundo as más línguas, era amante de HAYAN RUBIA, poeta sem pátria, ou melhor, de mil e uma pátrias, mas que ninguém sabe dizer se morreu ou ainda vive. Ambos eram muito amigos de VITÁLITAS MARITÁKIS, poeta grego, nascido em Creta, criador da poesia Concreta grega.
Vitálitas escreveu um ensaio completo sobre a vida e obra de Saldanhov, com imagens fantásticas do fotógrafo romeno VASLUI GERGHIUCESCU. Simplesmente bárbaro! Tentou-se conseguir uma cópia desse ensaio para a biblioteca de Creta, mas até agora não chegou. Os gregos estão usando como desculpa os preços dos correios de lá. Um filósofo, de nome PING PONG, nem tão chinês assim, também muito amigo e contemporâneo dos dois, certa vez comentou algo que SALDANHOV lhe disse ao pé do ouvido. Resolvemos compartilhar aqui com vocês:
"...Haja o que "hajar" (assim mesmo), Ping Pong, estamos juntos nessa. Percebo que estou sozinho em casa, aí vou para o quintal, cavo um buraco e me enterro fingindo ser uma cenoura ou um avestruz, ou coisa parecida..." (Andrei Nikolai Saldanhov).
O que ele quis dizer com isso? Que a paixão dele por HAYAN RUBIA não era correspondida. Quando solitário, não lhe restava opção, senão cavar um buraco e se enterrar nele. Mario Pirata, segundo dizem todas as más línguas, também teve um affair com a poeta misteriosa. Mas nem ele sabe como ela era, pois não consegue se lembrar do rosto dela.
Tchello d'Barros, foi outro que andou tendo uma conversa com a moça. Segundo ele, em 1995, um ano antes de sua provável "morte", Hayan Rúbia encontrou Tchello d’Barros num dos mais importantes acontecimentos poéticos do Sul do Brasil que se tem notícia até hoje. O “bombardeio poético”.
"- Quando ela soube que eu ia fazer o “Bombardeio” sobre a cidade de Blumenau, escreveu uma carta para mim dizendo que gostaria de registrar pessoalmente o fato. Ela parecia estar numa onda de pacifismo! Havia feito uma grande viagem pela América do Sul e México durante os anos 80 e queria me contar como essa viagem transformou sua vida. Acho que ela procurava um interlocutor." Segundo ele, "um passado que vale a pena lembrar"! Pedimos a Tchello que nos explicasse melhor como foi este bombardeio:
"Esta ação consistiu em sobrevoar a cidade de Blumenau, num avião monomotor (Teco-teco) contratado, e despejar sobre a cidade poemas dobrados no formato de aviõezinhos de papel. O voo ocorreu no dia 06 de agosto de 1995, exatamente na data do cinquentenário das bombas atômicas sobre o Japão.
O ato simbólico foi um protesto, um manifesto propondo uma reflexão pela paz por parte das novas gerações, sobretudo os que nunca viram ou sentiram os horrores de uma guerra. Na cidade, as pessoas recebiam os aviõezinhos, que desciam do céu trazendo no lugar de uma bomba, um poema".
Outro poeta, RUISU UKEZARA, um haijin japonês da gema, fez um poema para a moça, após conhecê-la numa primavera em Kyoto, durante contemplação das cerejeiras em flor.
TANKA para Hayan Rúbia.
chuva de primavera -
parte a poeta em duas
um raio rubro
solitária entre poemas
seu caminho é infinito
(Ruizu Ukezara)
Andrei Nikolai Saldanhov, era para ser o assunto desse texto, mas por falta de assunto, resolvemos escrever sobre a Hayan. Perdoe-nos Saldanhov. Ainda faremos um texto exclusivo sobre sua vida. Abaixo, algumas fotografias de autoria de Vaslui, onde aparecem Hayan (costas), os últimos coturnos de Hayan, quando ela serviu ao exército vermelho; Tchello d'Barros com cabelo e sem cabelo, antes e após o voo de teco-teco em Blumenau; Renato Gusmão, conhecido de Hayan, mas não sei porque o citamos; Vitálitas Maritákis apertando a mão de várias pessoas (seu rosto nunca vimos); e Mariana Jacques, atriz que fez o papel de Hayan no filme, "Enigma - O Código de Hayan Rúbia"...
ATENÇÃO: Na Falta de uma catalogação mais organizada do universo fotográfico de Hayan Rúbia, publicamos esta foto de Paulo Pinto, onde um drone parece ter localizada a imagem atual de Hayan Rúbia. Nada comprovado, por enquanto. Amplie a foto na sua tela e confira você mesmo.
quinta-feira, 17 de novembro de 2016
Luiz Gustavo Pires descobre um estranho ensaio sobre Hayan Rúbia, disfarçado de Saldanhanhov!
Em tempos de crise econômica, cada vez mais estranguladora para o mundo, certamente, Hayan Rúbia apoiaria tantas ocupações que estão acontecendo no Brasil. A poeta revolucionária, considerada a última das heroínas, famosa por armar barraco com titãs da poesia alternativa no Brasil, como Mario Pirata, Mano Melo e até Elisa Lucinda. Hayan Rúbia acaba de surpreender mais uma vez. O texto abaixo, encontrado nos alfarrábios do poeta gaúcho Luiz Gustavo Pires, causa uma certa espécie na crítica literária que não quis comentar o caso. Veja na íntegra e comprove você mesmo, o material sob suspeita!
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"ANDREI NIKOLAI SALDANHOV, foi um dos grandes nomes da literatura Russa dos séculos XIX e XX. Jiddu Saldanha, pode comprovar tudo isso que estou dizendo. Saldanhov, segundo as más línguas, era amante de HAYAN RUBIA, poeta sem pátria, ou melhor, de mil e uma pátrias, mas que ninguém sabe dizer se morreu ou ainda vive. Ambos eram muito amigos de VITÁLITAS MARITÁKIS, poeta grego, nascido em Creta, criador da poesia Concreta grega. Vitálitas escreveu um ensaio completo sobre a vida e obra de Saldanhov, com imagens fantásticas do fotógrafo romeno VASLUI GERGHIUCESCU. Simplesmente bárbaro! Tentou-se conseguir uma cópia desse ensaio para a biblioteca de Creta, mas até agora não chegou. Os gregos estão usando como desculpa os preços dos correios de lá. Um filósofo, de nome PING PONG, nem tão chinês assim, também muito amigo e contemporâneo dos dois, certa vez comentou algo que SALDANHOV lhe disse ao pé do ouvido. Resolvemos compartilhar aqui com vocês:
"...Haja o que "hajar" (assim mesmo), Ping Pong, estamos juntos nessa. Percebo que estou sozinho em casa, aí vou para o quintal, cavo um buraco e me enterro fingindo ser uma cenoura ou um avestruz, ou coisa parecida..." Andrei Nikolai Saldanhov.
O que ele quis dizer com isso? Que a paixão dele por HAYAN RUBIA não era correspondida. Quando solitário, não lhe restava opção, senão cavar um buraco e se enterrar nele. Mario Pirata, segundo dizem todas as más línguas, também teve um affair com a poeta misteriosa. Mas nem ele sabe como ela era, pois não consegue se lembrar do rosto dela. Tchello d'Barros, foi outro que andou tendo uma conversa com a moça. Segundo ele, em 1995, um ano antes de sua provável "morte", Hayan Rúbia encontrou Tchello d’Barros num dos mais importantes acontecimentos poéticos do Sul do Brasil que se tem notícia até hoje. O “bombardeio poético”.
"- Quando ela soube que eu ia fazer o “Bombardeio” sobre a cidade de Blumenau, escreveu uma carta para mim dizendo que gostaria de registrar pessoalmente o fato. Ela parecia estar numa onda de pacifismo! Havia feito uma grande viagem pela América do Sul e México durante os anos 80 e queria me contar como essa viagem transformou sua vida. Acho que ela procurava um interlocutor." Dois momentos na vida de Tchello d'Barros, em 1995 quando conheceu
pessoalmente Hayan Rúbia e atualmente, 2011. Segundo ele, "um passado que vale a pena lembrar"! Pedimos a Tchello que nos explicasse melhor como foi este bombardeio.
"- Esta ação consistiu em sobrevoar a cidade de Blumenau, num avião monomotor (Teco-teco) contratado, e despejar sobre a cidade poemas dobrados no formato de aviõezinhos de papel. O vôo ocorreu no dia 06 de agosto de 1995, exatamente na data do cinquentenário das bombas atômicas sobre o Japão. O ato simbólico foi um protesto, um manifesto propondo uma reflexão pela paz por parte das novas gerações, sobretudo os que nunca viram ou sentiram os horrores de uma guerra. Na cidade, as pessoas recebiam os aviõezinhos, que desciam do céu trazendo no lugar de uma bomba, um poema". Outro poeta, RUISU UKEZARA, um japonês haicaísta da gema, fez um poema para a moça, após conhecê-la numa primavera em Kyoto, durante contemplação das cerejeiras em flor.
TANKA para Hayan Rúbia
um raio rubro
na chuva de primavera
parte a poeta em duas
solitária entre poemas
seu caminho é infinito
Andrei Nikolai Saldanhov, era para ser o assunto desse texto, mas por falta de assunto, resolvemos escrever sobre a Hayan. Perdoe-nos Saldanhov. Ainda faremos um texto exclusivo sobre sua vida. Abaixo, algumas fotografias de autoria de Vaslui, onde aparecem Hayan (costas), os últimos coturnos de Hayan, quando ela serviu ao exército vermelho; Tchello d'Barros com cabelo e sem cabelo, antes e após o voo de teco-teco em Blumenau; Renato Gusmão, conhecido de Hayan, mas não sei porque o citamos; Vitálitas Maritákis apertando a mão de várias pessoas (seu rosto nunca vimos); e Mariana Jacques, atriz que fez o papel de Hayan no filme, "Enigma - O Código de Hayan Rúbia"..."
quinta-feira, 13 de junho de 2013
Primeiro Corte do filme "ENIGMA - O CÓDIGO DE HAYAN RÚBIA".
Filme do projeto Cinema Possível, estrelado pela atriz Mariana Jacques.
Veja aqui, com exclusividade e por tempo limitado, o primeiro corte do filme "Enigma - O Código de Hayan Rúbia"!
Se desejar comentar nosso primeiro corte estamos abertos à sua opinião, basta ir nos comentários aqui mesmo, do blog, e expressar suas opiniões e expectativas.
O Cinema Possível agradece sua colaboração.
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013
Vitálitas Maritákis, poeta grego, vem ao Brasil em busca Hayan Rúbia.
O Poeta grego Vitálitas
Maritákis, acompanhado do fotógrafo Romeno Vaslui Gerghiucescu, desembarcou no
Brasil, em 2012 com uma agenda apertada e sem o compromisso de voltar. Motivo?
Veio à procura de um antigo amor, na verdade uma brasileira que viveu em Creta
no início dos anos 80, dados totalmente sem provas já que, a única foto
existente do tal encontro não comprova se, de fato, era a nossa Biografada.
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Flagrante de Hayan Rúbia num baile de debutante na ilha de Creta em 1982 fotografada por Vaslui Gergiucescu em 1982. A procedência da foto não é coprovada, tudo indica que é falsa. |
No Brasil, Vitálitas visitou o
Rio Grande do Sul e o Rio de Janeiro, mas causou espécie à nossa equipe ao
afirmar não ter ido a Minas Gerais, estado onde a poeta nasceu. Ele alega ter
feito confusão, pois, para os gregos; Rio de Janeiro e Brasil é a mesma coisa.
Segundo ele, no imaginário europeu, Brasil e Rio de Janeiro ficam em Buenos
Aires, ao lado da Argentina!!
Nos tempos atuais, com o mundo
globalizado e a internet mandando em tudo, o nobre poeta grego, que disse ter
sido iniciado na arte da poesia, por Hayan Rúbia, afirma ter feito confusão
porque tem rejeição por tecnologia e sequer sabe ligar um computador, portanto,
ao olhar o destino Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro, ficou em dúvida com a
palavra RIO nos dois estados e resolveu ir para os dois lugares.
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Vitálitas cumprimenta um humilde trabalhador do teatro, em Cabo Frio. |
Indagado por nossa equipe sobre
sua versão da ida de Hayan Rúbia a Creta em 1982, ele se enrolou e mostrou uma
foto que, para nós, não é autêntica, embora, diz ele, o fotógrafo Romeno Vaslui
Gerghiucescu tenha vindo junto para provar ter sido o autor da foto de Hayan
Rúbia num baile de debutantes em Creta. Mesmo assim, não acreditamos, pois,
nossa pesquisa nos leva para uma viagem dela para a Nicarágua, na época da
revolução sandinista com dados bem aproximados aos que Vitálitas Maritákis nos
apresentou, porém, com provas contundentes.
Mas o poeta aproveitou para
conhecer o circuito artístico brasileiro e foi parar no Congresso Brasileiro de
Poesia, em Bento Gonçalves, onde, teve a felicidade de conhecer vários autores
brasileiros, inclusive o biógrafo Toninho Vaz, por quem Vitálitas nutriu uma grande
antipatia!
Saindo do Rio Grande do Sul, sua
passagem pelo Rio de Janeiro foi rápida e ele optou por passar uns dias em Cabo
Frio onde esteve no festival de teatro da cidade, o FESQ e lá conheceu jovens
artistas cariocas que lhe encantaram não só pela beleza e vitalidade mas também
pela troca carinhosa de informações sobre Hayan Rúbia. Apesar de tudo isso, ele
acabou esquecendo o motivo real de sua vinda ao Brasil e se encantou com o
país, sendo clicado pelo seu fotógrafo exclusivo, o romeno já citado.
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Vitálitas se diz encantado com o Brasil, segundo ele, a beleza das mulheres e alegria do povo foi o que mais chamou a sua atenção. |
Vitálitas também ficou contente
ao saber que na cidade de Cabo Frio, mora o neto de uma família grega muito
querida em sua cidade, isso mesmo, o diretor da casa dos 500 anos, Evangelus
Pagalidis, mas evitou encontrar o nobre habitante da cidade por questões
emocionais, Vitálitas não entrou em detalhes, mas preferiu deixar o assunto em
segredo pois, o poeta grego tem problemas de coração e não queria ter um fluxo
de muito forte de emoção. Por isso, saiu à francesa, ou à grega, sem deixar
pistas.
quarta-feira, 6 de junho de 2012
Especulações sobre o último par de sapatos de Hayan Rúbia.
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Mistério sobre o último par de sapatos de Hayan Rúbia, na verdade um coturno. |
“A Gata de Botas”, disse o poeta gaúcho Pedro Júnior da Fontoura, em tom de ironia, quando entregou à nossa equipe de pesquisa aquele que teria sido o último par de botas de Hayan Rúbia. Especulamos durante horas, mas as informações sempre confusas apontam para o Uruguai no ano de 1995. Pedro conta que esteve num encontro de pajadores, na cidade de Montevidéu e que teria ouvido falar de Hayan Rúbia por lá.
Segundo Pedro júnior um poeta uruguaio que não se identificou, pediu a ele que guardasse as botas de sua namorada brasileira e que, se fosse para Belo Horizonte, MG algum dia, que o entregasse somente a ela e que não se preocupasse pois ela saberia reconhecer a mensagem.
Pedro nunca foi a BH, pelo menos, não com a intenção de entregar seja o que for para a nobre poeta mineira, mas confessou ter lembrado dela quando esteve em Nova Prata, em 1991, no Primeiro Congresso Brasileiro de Poesia.
- Como você pode afirmar que a conheceu?
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Pedro Jr. afirma ter conhecido Hayan Rúbia em Nova Prata/RS por volta de 1991. |
Perguntamos enquanto saboreávamos um delicioso churrasco no galpão do querido poeta da cidade de Bento Gonçalves / RS e ele simplesmente nos disse num tom profundamente misterioso:
- Qualquer vivente seria capaz de reconhecer aquela prenda!
Ficamos interessados no assunto mas Pedro voltou a falar das botas de hayan rúbia enquanto preparava um chimarrão especial para as visitas. Como somos de outra região do Brasil, estranhamos aquele hábito dos gaúchos mas resolvemos experimentar a erva. Desceu muito bem, melhor ainda com a nova leva de nacos de perna de carneiro servido com vinagrete.
Pedro mudava de assunto o tempo todo e nos apresentou um músico de Passo Fundo/RS chamado Ricardo Pacheco, este, evitou o tempo todo falar de Hayan Rúbia, mas cantava canções profundamente melancólicas e em espanhol, dedilhando seu violão a cada vez que ouvia o nome da poeta. Todos nós achamos a situação bastante interessante mas nem Pedro e nem Ricardo foram além, naquela conversa, mudaram de assunto para falar de música, literatura e filosofar um pouco sobre a geração dos novos poetas regionalistas que estão surgindo no Rio Grande do Sul.
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Ricardo Pacheco, não disse uma única palavra sobre Hayan Rúbia. |
Uma sensação de Vazio.
Quando saímos, uma surpresa, Pedro colocou em nossas mãos as botas de Hayan Rúbia e desejou sorte em nossa pesquisa. Disse que estava escrevendo um livro de memórias e que talvez revelasse, em seu livro algumas “cositas mais” sobre a poeta mineira, nos olhou com um tom bonachão e deu seu aval para esta matéria. Mas não estamos satisfeitos. Tem muito caroço nesse angu, ou melhor falando, tem muita água nessa cuia...
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
Hayan Rúbia e seu emocionante encontro com Tchello d'Barros!
Em 1995, um ano antes de sua morte, Hayan Rúbia encontrou o poeta Tchello d’Barros num dos mais importantes acontecimentos poéticos do Sul do Brasil que se tem notícia até hoje. O “bombardeio poético”.
- Quando ela soube que eu ia fazer o “Bombardeio” sobre a cidade de Blumenau, escreveu uma carta para mim dizendo que gostaria de registrar pessoalmente o fato. Ela parecia estar numa onda de pacifismo! Havia feito uma grande viagem pela América do Sul e México durante os anos 80 e queria me contar como essa viagem transformou sua vida. Acho que ela procurava um interlocutor.
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Dois momentos na vida de Tchello d'Barros, em 1995 quando conheceu pessoalmente Hayan Rúbia e atualmente, 2011. Segundo ele, "um passado que vale a pena lembrar"! |
Pedimos a Tchello que nos explicasse melhor como foi este bombardeio.
- Esta ação consistiu em sobrevoar a cidade de Blumenau, num avião monomotor (Teco-teco) contratado, e despejar sobre a cidade poemas dobrados no formato de aviõezinhos de papel. O vôo ocorreu no dia 06 de agosto de 1995, exatamente na data do cinquentenário das bombas atômicas sobre o Japão. O ato simbólico foi um protesto, um manifesto propondo uma reflexão pela paz por parte das novas gerações, sobretudo os que nunca viram ou sentiram os horrores de uma guerra. Na cidade, as pessoas recebiam os aviõezinhos, que desciam do céu trazendo no lugar de uma bomba, um poema.
Quem conhece Tchello d'Barros, sabe que ele é uma pessoa sóbria e equilibrada mas quando falava de Hayan Rúbia para a nossa equipe, não conteve a emoção e sua ultima fala antes de se despedir de nós foi a seguinte. "O passado morre, para muita gente, mas para nós, os poetas, não existe passado. Tudo está presente e tudo é o agora"!
terça-feira, 16 de agosto de 2011
Sexo em Moscow, poema de Mano Melo que Hayan Rúbia declamava!
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Mano Melo - Em cena... |
Infelizmente não temos nenhuma gravação da voz da poeta mineira falando esta poema, pelo menos, até agora não conseguimos, mas em homenagem aos 15 anos da morte dela, segue aqui uma relação de vídeo com grandes poetas brasileiros falando o poema em recitais por diversas cidades Brasileiras.
Mano Melo - Autor do Poema
Pedro Marodin - Porto Alegre / RS
Atur Gomes - Campos dos Goytacazes / RJ
Ricardo boca aberta mecatrônica de artes - São Paulo / SP
Neste vídeo, Eduardo Tornaghi, que também gozava de grande admiração da poeta mineira Hayan Rúbia, esta lendo uma seleta de poemas do grande poeta Mano Melo que encerra com o genial "Sexo em Moscow"!
OBS: Se você conhece e/ou viu alguém declamar este poema, mande-nos o vídeo e publicaremos aqui, em homenagem à Hayan Rubia, a primeira mulher brasileira a declamar Sexo em Moscow, mas que, infelizmente, não temos nenhuma gravação com a voz dela.
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